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Médicos usam ferramentas de TI para otimizar o tempo da consulta, diz estudo

O Global Summit Telemedicine & Digital Health e a Associação Paulista Medicina realizaram pesquisa com médicos do estado de São Paulo entre 9 e 26 de novembro de 2018, com o intuito de mapear a utilização dos recursos tecnológicos nos universos da Medicina e da Saúde. Hoje, 84,67% dos médicos dizem que usam ferramentas de TI para observação dos pacientes e para otimizar o tempo da consulta. O prontuário eletrônico é a ferramenta mais utilizada, com 76,75% das respostas entre os que já incorporaram a tecnologia na rotina.

O estudo também busca entender a percepção dos médicos sobre a necessidade de avanços na incorporação da Telemedicina e da Telessaúde no dia a dia da prática profissional e, em especial, de avanços nos marcos regulatórios e no Código de Ética, com vistas a melhorar performances e beneficiar os pacientes.

A pesquisa, realizada por questionário on-line estruturado, teve 848 respostas espontâneas. Indagados sobre se as tecnologias trarão avanços à assistência aos pacientes, por exemplo, 99,88% responderam que sim; apenas um discordou.

A utilização de ferramentas de mensagens instantâneas, como o WhatsApp e similares, é aprovada por 85,02% dos profissionais de Medicina. São favoráveis à realização de consultas a distância 57,90% deles. E quando o tema é prescrição, as opiniões ficam bem divididas: 49,17% não veem problemas, mas 50,83% sim. Talvez, seja uma consequência da falta de flexibilidade da legislação brasileira e das normativas dos conselhos profissionais.

Quando consultados sobre a frase “A tecnologia não vai substituir o médico, apenas substituirá o médico que não usa tecnologia”, 72,29% concordam. E pelo ritmo dos avanços tecnológicos, 78,30% acreditam que os celulares serão capazes de funcionar como “guardiões da saúde”, possibilitando que as pessoas tenham controle de sua saúde em casa.

Os médicos que avaliam que o Conselho Federal de Medicina tem regulado adequadamente as soluções digitais para a Saúde/Medicina são 50,59%. No caso do Ministério da Saúde, só 20,64% acham que ele dissemina as tecnologias em favor da saúde dos pacientes.

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