News

Hospital Mãe de Deus celebra 40 anos com nova campanha de posicionamento

No ano em que comemora quatro décadas de trajetória, o Hospital Mãe de Deus, mantido pela Associação Educadora São Carlos (AESC), da Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo-Scalabrinianas, divulga seu projeto de expansão e seu novo posicionamento: ser especializado em resolver.

“Ser especializado em resolver significa fazer todo o possível, durante a jornada do paciente no nosso Hospital, desde a chegada, com a acolhida que é um diferencial em nossa instituição, passando pelo atendimento da nossa equipe assistencial e do nosso corpo clínico, até a alta. Isso é o que é nos motiva quando cada paciente nos procura”, afirma o superintendente Executivo do Hospital Mãe de Deus, Fábio Fraga.

A programação de 40 anos inicia no dia 31 de maio, véspera da data de inauguração do Hospital, com um evento exclusivo para os funcionários, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. Na ocasião, será apresentado em primeira mão a nova campanha, que dá vida ao posicionamento “Especializado em Resolver”.

Motivos para comemorar

Desde a sua fundação pela Irmã Maria Jacomina Veronese, em 1979, o HMD foca suas atividades no atendimento humanizado, na inovação para procedimentos e tratamentos e na segurança dos seus pacientes. Ao longo dos 40 anos, tornou-se o único Hospital do sul do Brasil duplamente certificado: pela Organização Nacional de Acreditação e pela Joint Commission International. Além disso, é a 2ª instituição da América Latina e a 1ª da região a sul a conquistar a certificação Planetree, metodologia norte-americana que orienta suas atividades através da empatia, carinho e respeito ao próximo.

Para a presidente do HMD, Irmã Lúcia Boniatti “A missão de todos no Mãe de Deus é cuidar da saúde das pessoas, cada funcionário tem um papel fundamental na hora que nossos pacientes nos procuram. Na nossa trajetória de 40 anos, aprendemos muito. Nos desenvolvemos e nos tornamos uma referência, não só pela nossa estrutura, mas principalmente pelo acolhimento e fator humano das pessoas que fazem parte desta história”.