Liga Insights Emerging Technologies – estudo desenvolvido pela Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – mostra que a integração entre sistemas e o uso de Inteligência Artificial e Big Data podem gerar ganhos de até 35% em hospitais e clínicas médicas.

Alguns hospitais brasileiros já utilizam AI em aparelhos que captam sinais vitais do paciente e enviam automaticamente para o prontuário (sem intervenção humana). No Reino Unido esse tipo de tecnologia remota permitiu a redução de 52% das internações de idosos.

Uma startup que está inovando na área é a HOOBOX – que criou um conjunto de software e hardware capaz de traduzir expressões faciais em movimentos. A tecnologia permite que pessoas com deficiência, como a perda total ou parcial dos movimentos das mãos, controlem a cadeira de rodas com os movimentos da face. A tecnologia possibilita ainda que o paciente controle outros eletrônicos, como televisores e luzes.

“O setor de saúde talvez seja o mais carente de tecnologias capazes de entender e monitorar o ser humano. Nossa tecnologia além de ajudar pessoas com deficiência está sendo testada em um grande hospital como uma aliada no monitoramento de pacientes em leitos de UTI, a ideia é identificar até 10 níveis de dor, avaliar agitação e sedação apenas por análise facial”, explica Paulo Pinheiro, CEO da HOOBOX.